Política

Um adeus com ares de missão cumprida

13 Fevereiro 2018 08:32:14

RAIMUNDO COLOMBO, GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Foto: Julio Cavalheiro/SecomSC

A poucos dias de deixar o governo, após sete anos, Raimundo Colombo fala sobre os desafios e conquistas frente ao Executivo, além dos planos para o futuro. Para ele, maior legado foi entregar Santa Catarina com as contas em dia e como um dos melhores estados da federação para se investir e para se viver. O governador Raimundo Colombo tem usado, nos últimos dias, os poucos momentos de folga para recolher objetos pessoais e organizar sua saída da Casa D'Agronômica, residência oficial do governo de Santa Catarina que ele ocupa desde 2011, quando iniciou seu primeiro mandato. A edificação em estilo colonial, inaugurada em 1954, localizada no bairro Agronômica, em Florianópolis, serviu para receber autoridades, imprensa, eventos do governo, durante os cerca de sete anos da gestão do pessedista lageano de 63 anos.   

Agora, será iniciado o processo de transição do cargo para o vice-governador Eduardo Pinho Moreira, que assumirá o governo a partir do dia 16 deste mês, quando Colombo sairá de licença para cuidar da saúde, colocada algumas vezes em segundo plano durante a gestão, como ele mesmo diz, e para fazer um curso no exterior. Posteriormente, Colombo entrará na disputa por uma vaga no Senado, em meio a uma eleição imprevisível, como classificou, preocupado com a falta de confiança do eleitor, cada vez mais desacreditado das instituições políticas.   Colombo enfrentou momentos de turbulência, como no caso das declarações dos executivos da Odebrecht e da JBS, em abril e maio de 2017. A onda de atentados praticados por grupos criminosos também tumultuou a gestão, provocando noites de insônia ao governador e principalmente à equipe ligada à Secretaria de Segurança Pública. 

Paralelo a isso, Santa Catarina permaneceu no topo de indicadores invejados por outros Estados, como na geração de emprego. Reflexo do equilíbrio fiscal, concretizado depois de uma iniciativa que deu à Colombo status de protagonista nacional na revisão da dívida pública dos Estados com a União. Um movimento interno que partiu do então secretário de Fazenda, Antonio Gavazzoni, mas que inicialmente não mereceu muita expectativa do chefe do Executivo. "Ninguém acreditava", disse o governador, num tom de quem revela que a medida por pouco não deixou de ser levada adiante.   Em entrevista à Rede Catarinense de Notícias (RCN), Raimundo Colombo fala sobre essas e outras questões que moldaram a sua gestão, iniciada em 2011 e que será encerrada em abril, com a renúncia formal ao cargo de governador. 


 






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